Mesmo sem apresentar um futebol a altura do seu renome de bi-campeão mundial, o Brasil venceu a Argentina por 4×1. Na prorrogação houve um empate de 1×1. Jogo pela segunda partida da Copa Roca de 1963. Nos 120 minutos que lhe garantiram continuar de posse da Copa Roca, os brasileiros demonstraram muita falta de conjunto e fragilidade em alguns setores da equipe. O que houve foram destacadas atuações individuais.
Naquela noite de 16 de março de 1963 o Brasil brindou ao publico que foi ao maracanã com cinco minutos de um delicioso olé sobre os argentinos. O maior elogio que Pelé poderia ter recebido por sus estupenda atuação foi o fato de, após ter acabado o jogo, ainda em pleno gramado, o técnico argentino, Horácio Torres, ter pedido a camisa do craque brasileiro. Pelé tirou-a ali mesmo e ofereceu-a ao treinador visitante.
Nos primeiros 90 minutos, Pelé fez três gols sendo dois de pênaltis. Amarildo completou os gols do Brasil. Fernandez marcou para a Argentina.
O Brasil jogou com Gilmar. Djalma Santos. Mauro. Cláudio e Altair. Zito (Zequinha) e Mengalvio (Gerson). Dorval. Amarildo. Pelé e Pepe (Zagalo).
A Argentina com Andrade. Martim. Navarro e Inigo (Decarta). Cielinsky e Vasquez. Juarez. Fernandez. San Lorenzo (Menoti). Savoy e Lallaña (Rodriguez).
O juiz foi o uruguaio Estebam Marino. Seus auxiliares os brasileiros Armando Marques e Antonio Viug.
Revista do Esporte – 1963
Fonte : www.museudoesportes.com.br
